quarta-feira, 3 de setembro de 2008

A beleza e o desamor

A noite, o vento
Aquele bom frescor
Na sacada esticada
Espairece aquela flor

Tão concentrada, encantada
Com a noite e o trovador
Um amante, delirante
Canta retumbante
As diligências do desamor

Foi deixado e esquecido
Não quis mais ser compositor
Perturbado e entristecido
Violentou aquela flor
Que abatida e coagida
Perdeu o seu frescor.

Divinópolis, Dezembro de 2007

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