domingo, 21 de dezembro de 2008

Oh, "Divina"

Ah, pequenina Divinópolis, daqui desta minha janela te observo muito da quietinha - pois hoje é domingo, com suas poucas arvorezinhas. São tão poucas que me entristece, pois nada melhor que o perfume do verde pelo ar e a sombra tão fresquinha provida por elas. Ah, que delícia seria o caminhar pelas suas ruas!
Sabe, pequena "Divina", vejo-te tão abandonada. Não há quem possa te embelezar para que demonstre sua latente beleza. E os bons observadores muito lhe faltam . Faltam-lhe os que sabem extrair o prazer a partir do olhar de suas esquinas, praças e dos seus inúteis e inumeráveis bares, mas que são maravilhosos e acolhedores ao anoitecer.
Ah, Divinópolis, como divinopolitano esperançoso que sou, creio que um dia hei de te ver mulher, "Divina" mulher!

sábado, 20 de dezembro de 2008

Sonhei...

Por quantos sonhos somos compostos, não é mesmo? Entre eles alguns nos deixam calmos, outros eufóricos, e em menor quantidade há os que nos deixam contrariados. Mas como  é bom sonhar!
É nesse momento em que somos livres. Então: sonhe como quiser! Ninguém há de tolher o que você sonhar
Porém, é a partir dos sonhos que percebemos que não somos livres, não obstante a liberdade que tivemos de os construir.
Só que há um porém: não importa o que você sonhar, há de se conformar. Ele realizado ou não.Se realizá-lo vai se acostumar, se não, talvez lute por ele. Se assim o fizer, sofrerá! Se não o fizer, sonhará outra vez! A morte só está para aqueles que não sonham.
Os que sonham, quando não sonham? 
Veja como estava sonhando!